Avançar para o conteúdo principal

Igreja: representação da obra da redenção

A Igreja, tal como afirma Otto Semmelroth, é representação da obra da redenção. Trata-se de um tema complexo mas, ao mesmo tempo, bonito. Deixo-vos aqui esta partilha, fruto de uma reflexão da obra "La Iglesia como sacramento original" do referido autor. É um trabalho muito teológico mas vale a pena ler.

Mensagens populares deste blogue

Na amizade, não existe preconceito. Sem amizade, todos pensam conhecer a verdade.

O preconceito. Quando falamos deste termo, facilmente a nossa cabeça se resvala a contemplar graves abusos na nossa sociedade, onde temas como racismo, educação, ambiente familiar e outros nos faz ter uma ideia antecipada e generalizada de determinado grupo. Mas o preconceito ultrapassa estas questões. Existe, também, nas relações que quotidianamente estabelecemos com uma pessoa.

Autenticidade de vida, vivida na responsabilidade de uma liberdade assumida

A semana santa aproxima-se. Mais uma Quaresma passada, e tantas já vividas. Cada Quaresma é para nós um memorial da Aliança que Deus faz connosco. Memorial porquê? Porque a Aliança está feita, de uma vez por todas; porque Deus é  fiel e não se esquece do seu povo; porque o Homem é pecador e está sempre chamado a retomar a uma vida de fidelidade a esta Aliança. A Quaresma é para isto. Um tempo que nos recorda que é sempre necessário olharmos para nós, revermos as nossas atitudes, e regressar à casa do Bom Pai, um Pai misericordioso. A tentação, durante toda a nossa vida, será sempre a de vivermos como aquele filho mais novo. Vivia na casa do pai, tinha tudo, podia tudo, conseguiria tudo. A única exigência seria a da fidelidade aos pedidos do pai. Uma exigência que passava pela responsabilidade nas pequenas (grandes) coisas que pai lhe pedia. Mas este filho não se contenta com isso. Olhando para fora da casa, contempla toda uma vida que não é a sua, não é para si, ma...

A música como ponte para a espiritualidade

A música como escapatória dos tempos difíceis e como ponte para a espiritualidade. É assim que o músico João Gil define o álbum “Missa Brevis”, lançado esta quinta-feira, na abertura do Ano da Fé.  “A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição” , a frase do filósofo grego Aristóteles foi proferida há mais de dois mil anos mas não tem prazo de validade. O músico João Gil, que fez parte de grupos que marcaram a história da música moderna portuguesa, como os Trovante ou a Ala dos Namorados, afina pelo mesmo diapasão. “Com o novo tempo que aí vem, difícil, que esta missa signifique alguma leveza, alguma espiritualidade  e, dessa maneira, resistir mais, porque temos qualquer coisa mais do que sobreviver, há mais qualquer coisa na nossa vida do que as dificuldades e a linguagem e o planeta do dinheiro obriga-nos a isso. Se calhar está na altura de começarmos a criar novos mecanismos e novas leituras da vida. Afinal...