Nas últimas semanas voltaram a surgir declarações que, à primeira vista, parecem pastorais, abertas e até evangélicas: um bispo que afirma que o direito canónico não pode impedir aquilo que vem do Espírito Santo e um sacerdote que confessa esperar ainda ver a ordenação sacerdotal de mulheres. A linguagem é sugestiva. Mas precisamente por isso exige discernimento sério. Porque nem tudo o que soa a renovação é, de facto, fidelidade. A questão não é nova. E, sobretudo, não está em aberto.
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