A dada altura chegou-me aos ouvidos a seguinte ideia: a Igreja não se deve desprender totalmente dos bens temporais pois, caso isso aconteça, ela já não poderia exercer a sua missão na ajuda aos mais necessitados. ??? Isto vêm me recordar várias questões sobre as quais eu já tinha reflectido. O que acham da afirmação??? Eu não concordo. A missão sócio-caritativa aparece como um convite porque existem bens temporais. Assim, a Igreja possuindo esses bens, é convidada a desprender-se do que tem e partilhá-lo com quem necessita.
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